Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

Papelinho*

  

És o mal que me faz bem.

 

Sabes o que é saber que estar contigo me magoa, mas sentir que sem ti tudo me doí? É isso que sinto, sei que mais ninguém vai conseguir fazer-me feliz como tu me fizeste, nem me desiludir como tu foste capaz. És o meu maior mal, vulgarmente dito, o meu mal necessárioo. Mal que me faz sentir verdadeiramente bem, o meu pior vício, a minha ilusão, o sonho sem realização, és o bom rapaz que apenas sabe ser mau. És a minha falsa perfeição.

 

 

*beijinhos de alguém ocupadíssimo (parabéns atrasados para os 4, e um especial orbigada ao meu verde mar)*

sinto-me: agradecida
música: Katy Perry - Firework
Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

Dei-te quase tudo

Ao contrário do que tu dizes, do que tu provavelmente realmente pensas, nunca te exigi nada, nunca quis nada em troca, nada mais do que sabia que me podias e estavas disposto a dar.Atrevo-me mesmo a dizer que fui a pessoa a quem menos deste e que mesmo assim te deu quase tudo.

Por um lado consigo imaginar onde te baseias para dar tal desculpa, eu de facto dou-te demasiada importância, muita mais do que alguma vez sonhaste dar-me, mas isso não é motivo para fazeres o que fazes. Não mando no que sinto, apenas no que faço e disso não te podes queixar, nem te atrevas sequer.

Po routro lado, a tua ideia é ridícula, descabida e soa a desculpa esfarrapada, de tal modo que na minha cara e a mim mesma não a dás. Sabes bem que não é motivo para nada, não faz sentido.

Estava disposta a lutar por nós, mais uma vez completamente sozinha, sem metade de mim, apenas com um meio da força, 0,5 da coragem, dois quartos de esperança e sem nenhumas certezas. Lutar para preencher o vazio que deixas, para que o voltes a preencher, preenchendo-me a mim.

 

*beijinhos*

sinto-me: vazia
cozinhado por Maria às 18:30
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Domingo, 28 de Novembro de 2010

Meu bem, fazes-me mal

O mais provável é seres uma ilusão :)

 

 

Uma história de embalar, contada aos poucos, uma ideia tua, uma ideia minha:

 

"Era uma noite de verão, quente, e com um clima harmonioso entre um rapaz e uma rapariga…

Tinham falado poucas vezes, mas sentiam-se extremamente atraídos um pelo outro. Algo que pouco conseguiam explicar, mas aquela noite tinha algo de especial…

Desde que se tinham visto naquela festa de praia, que não pararam de olhar um para o outro. Um olhar intenso que gerou uma vontade enorme de se beijarem, se tocarem, se sentirem…

Saíram imediatamente do bar, dirigindo-se à praia, sem trocar uma única palavra, era como se falassem em silêncio. O pensamento era mútuo.

Sentaram-se junto a umas rochas, que de si só já mostravam um local apaixonado. O ar estava quente e a tenção entre eles aumentava… Tudo indicava que algo se ia passar, algo muito forte… Algo que nenhum dos dois iria esquecer.

Até que o rapaz se aproxima dela e fica a poucos centímetros de a beijar, fixando o olhar. Aquele momento chave, bastante importante, onde cada pedaço do corpo saltava de desejo de se tocarem.

Nunca tinham sentido nada parecido antes, era demasiado intenso, como se não controlassem.

De repente algo acontece, dá-se aquele beijo mágico, onde explode todo o sentimento.

Mal os lábios se tocaram, começou ali algo espectacular. Algo que nunca nenhum dos dois tinha feito… Como nenhum sabia o que esperar daquilo, deixaram-se levar pelo instinto e pelo desejo incalculável que sentiam.

E ali foi feito amor, um amor do outro mundo, uma energia de prazer inexplicável. Era com se cada pedaço de pele do corpo sentisse o momento intensamente.

O corpo pedia mais e mais e mais, sem conseguirem parar, parecia que as leis da resistência haviam desaparecido. Nada mais parecia importar, aquele momento era algo que superava as forças da natureza. Momento que decidiu tudo o que sentiam um pelo outro.

Tudo mudou a partir dali, tinha sido a coisa mais incrível e boa pela qual tinham passado até então. Queriam sempre mais e mais, até que deixaram de se conseguir largar.

 Tinham realmente sentindo-se um só, acabando por ficar dependentes um do outro. Desde ali era algo sempre especial quando estavam juntos.

Era juntos que se sentiam completos e únicos no mundo. Algo impossível de explicar, só sentindo é que se percebia.

Com objectivo de serem diferentes, não precisavam que o mundo soubesse que gostavam um do outro, o que sentiam bastava-lhes, porque nem havia nome para o que tinham de tão especial.

Com todo esse mundo particular a acontecer entre eles, tudo era novo.

Criaram grandes momentos a dois. Sentiam-se donos do mundo quando estavam um com o outro. Não se fartavam, havia sempre algo a descobrir.

Agora bastava apenas ele, ela e a imaginação.

Algo que era eu e tu.

Não tinham sido momentos que duraram para sempre, o que sentiam acabou por se transformar apenas em carinho, mas foram momentos que permaneceram na sua memória eternamente."

  

*beijinhos e boa semana, muito provável melhor que a minha, cheinha de testes*

sinto-me: insegura
música: Incubus - I miss you

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