Quarta-feira, 14 de Julho de 2010

uma decisão, para a vida ou não

Matriculei-me, finalmente, já está decidido (ou não exactamente), quero ir para ciências e tecnologias, quer dizer, querer querer, não sei se quero. Pensei realmente em ir para artes, mas como sempre, todos me disseram que não devia, que não era uma ideia com futuro, e blá blá, estão a ver a história toda -.- Línguas e Humanidades também me passou na cabeça, para psicologia, mas deixei-me disso, visto que também dá através de ciências. Contudo até economia podia ser uma hipótese, apesar de eu antes dizer que não gostava, descobri a pouco tempo que na verdade gosto bastante.

E na verdade, por agora, a minha ideia de futuro é ir para medicina e seguir psiquiatria, mas é um sonho alto, tendo de começar a pensar em outras situações.

 

Em relação à escola, a primeira opção é difícil de conseguir entrar, pelo grande número de pessoas que para lá quer ir, mas eu cá acredito que vou ter sorte, até porque a segunda opção me agrada bastante. Por fim a terceira é só por ser perto, porque está cada vez pior, a quarta é longe, mas eu cá acho que é óptima, a quinta opção nem sei onde é, mas para que pensar nisso se acho que fico na primeira ou segunda escolas.

 

*beijinhos e boas opções*

sinto-me: nova de mais para isto
Domingo, 4 de Julho de 2010

contra a corrente

Sinto-me a nadar contra a corrente, forte, cada vez mais forte, ou simplesmente difícil de enfrentar por não saber como serei recebi à chegada. Não conheço o destino, vejo-o apenas de longe, belo e fascinante, desejável, mais do que qualquer coisa que eu já tenha visto.

Imagino um lugar familiar, acolhedor, um lugar meu, para mim. Contudo, mais do que tudo isso, existe esta forte corrente, que tenho de combater sozinha, por mim e por ti, por nós, sem saber se é o teu desejo, sem saber se o queres tanto como eu.

Por vezes penso mesmo que não, que não o queres, não queres nada disto, mas não o dizes, nem sim nem não, nem para a frente nem para trás, e eu por vezes penso que será melhor desistir. Mas tu já me mostras-te imagens e postais desse tal lugar, em direcção ao qual nado, já me mostraste para me tentar, para me fazer acreditar que se eu lá chegasse seria nosso, estarias à minha espera, e agora nada, não fazes com que eu consiga chegar, esqueces-te, esqueces-te de muito mais do que devias.

Não sei o que fazer, a cada onda que passa a minha ideia muda, a cada corrente eu torno-me mais forte, mas com menos motivação. Ao mesmo tempo que cada vez mais acho que não vale a pena, acho que não posso deixar de tentar, disso nunca me irei arrepender, de não ter tentado, de não ter dado o que podia e não podia, o que tinha e não tinha, mais do que alguma vez pensei dar e por isso já cheguei mais longe do que alguma vez sonhei chegar contigo.

Gosto de ti, e tudo o que mais quero agora e poder-te dizer isso, deixa-me dizer-te.

 

*beijinhos*

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