Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

adoro dias solarengos

Sonhar contigo levou-me a pensar que já não te amo, já amei, e agora amo algo que já foste. Amo as recordações que tenho de ti, de nós, amo aquilo que fomos, amo algo que já não existe.

Amei-te e tenho vindo a arrastar esse amor comigo, como um grande saco que transporto às costas, sozinha, e ninguém, a não seres tu, me pode ajudar, e tu não ajudas, é um fardo só meu, muito pesado por sinal, cheio de palavras, conversas, olhares, momentos, beijos, cheio de verdade e sonhos, sonhos que tinha para nós, sonhos meus que nunca cheguei a realizar. Mais do que tudo, este saco tem lembranças, de coisas que dissemos e fizemos, e é isso que eu mais preso, é isso que eu amo, é isso que não esqueço e só por isso que ainda não larguei este saco numa esquina de uma rua, da qual não saberia o nome, para não cair na tentação de lá voltar.

Tenho saudades, não tuas, mas sim de mim e de ti, como um só.  Não vou mentir, mesmo já não te amando, gostava de te ter de volta, como já te tive, porque isso me fazia bem, fazia-me acreditar, sonhar. Mas como eu disse, fazia-me bem, no momento e não a longo prazo, porque por vezes sonhava com o que não devia e acreditava no impossível.

Gostava de voltar a viver momentos contigo, momentos esses que eu gostava de nunca ter perdido, momentos a teu lado e não a ti. 

 


*beijinhos e dias solarengos*


P.s.: o teste intermédio não era nada difícil, mas já sei que tenho umas mal --', fui à praia :p (com a Catherine) e mais nada :)

 

sinto-me: com saudades;
música: Hey There Dalilah - Plain White T's
Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

é mais fácil viver a sonhar

 

Podem chamar-me fraca, talvez seja justo. Sendo eu uma rapariga que prefere esperar do que desistir, desejando e não esquecendo, vivendo a realidade de cada dia a sonhar.

É mais fácil fingir que tudo está bem, que nada acabou ou que se está tudo a compor, mesmo que não tenha retoma ou que esteja tudo mal. É mais simples agora, mas um dia vai ser bem mais complicado, perceber e cair na verdade cruel que sempre existiu, mas esteve escondida na sombra de um sonho, tapada por uma esperança sem lógica. Um dia ou mesmo agora, quando por breves segundos a bola de luz onde eu habito, rebenta, e essa luz se dissipa no meio do escuro, ficando de novo tudo negro a minha volta, mas principalmente dentro de mim. Mas a minha grande capacidade de sonhar volta a formar essa bolha, e por vezes forma-se ainda maior, mais resistente, pois depois de tanto rebentar, sabe cada vez mais proteger-se de tudo o que a afecta.

Sou assim, acomodei-me a este modo de vida, é simplesmente mais fácil, ou talvez não, pois um dia tudo quebra, muda e eu não podei voltar a formar a minha bolha de luz, terei de acordar deste sonho onde tenho vivido cada minuto da minha existência, a partir do momento em que te quis.

Pensando bem não sou assim tão fraca, pois é preciso muita força para viver um sonho a dois, onde só eu sonho, onde só eu acredito, sendo que só eu luto para que se torne realidade, para que possa passar de uma ilusão a uma alegre verdade.

Agora, vou parar de sonhar, vou lutar por nós, vou-te reconquistar, ou talvez conquistar, porque na verdade se alguém conquistou alguém, foste tu a mim.

 

 

[e agora (?) falo dele ou de ti (?) dos dois ou de nenhum (?)]

 

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fui ver o "Ouviste falar dos Morgans?", não é fantástico, mas até que é bem engraçado :)

 

 

 

*beijinhos ;)*

sinto-me: confiante;
música: Far Away - Nickelback
Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Assim não tem piada

 

Será que tudo o que senti e vi, foi apenas sentido e visto por mim? Tu não sentiste nada, não te envolveste como eu? Pois mesmo não tendo sido grande coisa, eu sempre acreditei que tivesse futuro, afinal tudo indicava que sim, ou eu achava que indicava que sim.

Talvez tenha sido um sonho, ou um filme, onde só eu estive na sala a assistir.

Quer dizer, não pode ter sido um filme, pois eu senti. Talvez fosse um filme onde só eu participei, um monólogo do cinema, (bastante enfadonho não acham?). Mas eu, mesmo com a minha quantidade exuberante de loucura, acho que não sou louca o suficiente para sentir tanto sozinha, acho que não chegaria a isto, sendo tudo algo da minha imaginação, onde tudo o que vi teria sido só visto por mim, do meu ponto de vista. Provavelmente também sentiste algo, não digo o mesmo que eu, mas algo,algo à tua maneira de sentir.

E agora? Isto acaba quase sem começar? Simplesmente acaba?! Assim não tem piada!. Não podes "desaparecer" assim, não faz sentido. Aliás com tudo o pouco que te disse, que foi demais, não podes mesmo ir embora, senão o filme acabava no intervalo, ou seria que nem um livro, que se perde no momento eu que se iria saber algo, indicador do possível desfecho da história. Assim não tem piada!

 


 

 

*beijinhos*


P.s.: Comprei umas botas, tive 96% a geografia e 94% a ciências-naturais, o teste de história correu, pode-se dizer, bem e eu tenho sono : )

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